Coluna Lombar

ANATOMIA DA COLUNA LOMBAR

Coluna lombar

As cinco vértebras lombares, facilmente identificadas pelos seus corpos pesados e processos espinhosos espessos e rombos para fixação dos poderosos músculos do dorso, são as maiores vértebras da coluna vertebral. Os seus processos articulares do pares também são característicos, já que as faces articulares do par superior são dirigidas medialmente em vez de posteriormente e as faces articulares do par inferior são dirigidas lateralmente em vez de anteriormente.                        A articulação de L5 com o sacro é feita por seus processos articulares e do disco intervertebral. Nessa junção, a transformação da lordose lombar na convexidade do sacro, forma o ângulo lombossacral.

As cinco vértebras lombares são separadas por discos cartilagíneos. Estes discos são formados por um anel fibroso periférico e um centro gelatinoso, o núcleo pulposo, que à medida que a coluna flete, torce ou estende, sofrem alterações. Estes “amortecedores” de cartilagem permitem que a coluna lombar suporte e dissipe a carga, mantendo a estabilidade e a flexibilidade necessária à execução das tarefas diárias.

anatomia da coluna lombar

coluna-lombar

 

INCIDÊNCIAS RADIOGRÁFICAS DA COLUNA LOMBO-SACRA

Incidências básicas como Anteroposterior, perfil e oblíqua.

Incidência em Anteroposterior, o paciente em ortostática que mostra em postura natural e com carga ou em decúbito dorsal, com joelhos flexionados para diminuir a curvatura da região lombar. Posicionando o raio central ao plano médio sagital do paciente e a linha central da mesa ou estativa, deixando os braços ao lado do corpo ou sobre o tórax. O raio Central deve entrar entre 4cm acima da crista ilíaca, na altura da coluna L3, com isso incluirá as vertebras lombares, sacro e possivelmente o cóccix. (BONTRAGER e LAMPIGNANO, 2010).

Para Felisberto (2009), A incidência em perfil onde o paciente deve estar em decúbito lateral, com o plano médio coronal na linha central da mesa, deixando 4cm do processo espinhoso atrás da linha central da mesa, deixando os braços de baixo ou sobre a cabeça. Raio central entrando na região Lombar L4 e L5, cerca de 2 cm acima da crista ilíaca. Segundo Bontrager e Lampignano (2010), na incidência em perfil o raio central deve estar perpendicular ao longo da coluna, centralizando 4 cm acima da crista ilíaca na altura da vertebras lombar L4 e L5. Sem apneia, nesta posição inclui as vértebras lombares, sacro e possivelmente o cóccix. Em incidência oblíqua Mckinnis (2004), em incidência Obliqua, a reprodução da imagem poderá mostraros processos articulares superior e inferior, com também partes interarticulares e os pedículos, sendo que pode ser feito projeção oblíqua direita e esquerda que fazem parte dos exame de rotina, podendo ser anteriormente como posteriormente. Segundo Bontrager e Lampignano (2010), na incidência oblíqua o paciente de estar em semi decúbito dorsal, onde seu corpo fica cerca de 45º para o colocar seu corpo sobre a mesa ou na estativa, alinhando ao raio central. Deixando o paciente com melhor estabilidade peça para que flexione o joelho. O raio deve centralizar sobre a vértebra Lombar L3 4 cm acima da crista ilíaca. Peça ao paciente que suspenda a sua respiração.

 

coluna lombar

coluna vertebral lombar

 

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